Archive for the Não classificado Category

Tele-Maketing

Posted in Não classificado on Abril 3, 2008 by clausulas

Cada vez atendo o telemóvel a para qualquer serviço de telemarketing ou brasileiradas, morre uma criança.

Pior, cada vez que me levanto de uma cadeira para atender o telefone nas mesmas circustâncias, morrem três crianças.

No caso mais raro, cada vez que me levanto da cama para atender o telefone nas mesmas circunstâncias, morrem três criançãs e nove adultos, vitímas de doenças raras.

E por último, cada vez que me acordam para atender o telefone nas mesmas circustâncias, vão começar a morrer 10 telemarketers vítimas de pancadaria bruta e hardcore.

Penso que isto foi claro.

Já agora, isto vale a pena:

Awkard

Posted in Não classificado on Março 11, 2008 by clausulas

She loves him!

Oh, wait, that was yesterday.

Funny how people can have the love of their life (according to them), and they actually love them very much. But on the next day that love can be completely washed away.

Do they really know the mening of the word “Love”?

Don’t use that word on those circustances please, it annoys me.

Coma White

Posted in Não classificado on Março 4, 2008 by clausulas

“You were from a perfect world
A world that threw me away today
Today to run away”

A pill to make you numb
A pill to make you dumb
A pill to make you anybody else
But all the drugs in this world
Won’t save her from herself

Engana-te. Engana-te as vezes que quiseres.

Bebe as cervejas que quiseres e festeja, porque as coisas a fingir não duram para sempre.

Clearly-Não-Sei

Posted in Não classificado with tags on Fevereiro 17, 2008 by clausulas

Só sei que nada sei. E isso chega.

Não sei qual é o sentimento, ainda inexpresso,
Que subitamente, como uma sufocação, me aflige
O coração que, de repente,
Entre o que vive, se esquece.
Não sei qual é o sentimento
Que me desvia do caminho,
Que me dá de repente
Um nojo daquilo que seguia,
Uma vontade de nunca chegar a casa,
Um desejo de indefinido.
Um desejo lúcido de indefinido.

Quatro vezes mudou a ’stação falsa
No falso ano, no imutável curso
Do tempo conseqüente;
Ao verde segue o seco, e ao seco o verde,
E não sabe ninguém qual é o primeiro,
Nem o último, e acabam.

Alvaro de Campos, Clearly-non-Campos!

Aprendi a gostar de poesia como aprendi a gostar de ti, ao ínicio odiava-te. Agora não posso viver sem ti, minha poesia.